Faz o trabalho
Monta a proposta técnica no padrão da casa — o trabalho que tomava dias de uma pessoa.
O que a operação sabe vive em ERP, MES, planilha e na cabeça das pessoas. O KORE reúne tudo — e a IA lê, executa e registra cada passo.
O Kris lê o documento, a ficha, a foto e o áudio, faz o trabalho e devolve pronto pra você conferir — sempre com a permissão de quem o aciona, e com cada ação registrada.
Monta a proposta técnica no padrão da casa — o trabalho que tomava dias de uma pessoa.
Vê o valor trocado na ficha no momento em que é digitado — e avisa, antes que vire retrabalho ou não conformidade.
Percebe o check de limpeza que ninguém marcou na ordem de produção.
Documento, ficha, tarefa, ordem de serviço — o Kris alcança cada uma. E cada passo fica num histórico que prova.
O software da operação — o ERP, o MES, o sistema de manutenção — guarda o que a operação já fez e te devolve o trabalho de preencher: é arquivo. O KORE faz o trabalho — lê o áudio, a foto, a ficha, a norma — e você só confirma. É o critério de quem mais entende, aplicado na operação inteira, ao mesmo tempo — o que nenhuma pessoa consegue.
dos pilotos de IA generativa não entregaram retorno nenhum. Assistente que só responde pergunta não muda a operação — o que muda é a IA que executa dentro do processo, com permissão e registro.
Software registra o que já passou. O KORE faz o trabalho agora, enquanto a operação acontece.
O Kris age sempre dentro das permissões do usuário que o aciona — nunca por conta própria, nunca além do autorizado.
Cada ação fica num registro permanente: quem pediu, o que foi feito e quando. Pronto para auditoria.
A indústria brasileira vive escassez de mão de obra qualificada, o impasse do fim da escala 6x1 — produzir mais em menos horas — e o conhecimento crítico preso na cabeça de poucos especialistas, que se aposentam e o levam junto. Esse critério não escala — e quando ele falta, a conta chega de duas formas:
das indústrias apontam falta de trabalhador qualificado
Recorde da série histórica — era 5% em 2020.
O orçamento depende de uma cabeça só. Ela falta, o erro entra na proposta e vira retrabalho — ninguém com critério ao lado pra pegar na hora.
O check de limpeza não foi marcado. A ordem seguiu. Ninguém viu o buraco — até ele virar não conformidade no lote, com a perda e a auditoria junto.
Nos dois casos faltou a mesma coisa: alguém com o critério certo, presente na hora. É isso que o KORE coloca na operação.
norma, POP, projeto, contrato, licença
no turno, na linha, no campo, na obra
com autor, hora e versão — pro auditor e pro cliente
Onde essa anatomia aparece na sua operação
não conformidade · ação corretiva · inspeção de recebimento · PPM
preventiva · ordem de serviço · calibração de instrumento
permissão de trabalho · DDS · APR · quase-acidente
condicionante de licença · resíduo · monitoramento
ficha técnica · memorial · orçamento · lista de material
cotação · qualificação e homologação de fornecedor
POP · instrução de trabalho · matriz de competência
ISO · IATF · BPF · NRs — evidência pronta, não mutirão
Hoje cada um desses vive numa planilha, num papel ou num e-mail — e o custo aparece somado. A má qualidade come de 15 a 20% das vendas, e os custos ocultos superam os visíveis em 4× justamente porque ninguém rastreia junto. (ASQ)
Capturas do ambiente de demonstração — o mesmo produto e os mesmos módulos que entram na sua operação.
A plataforma Todo o conhecimento da operação — documentos, fichas, tarefas, conversas, o dado dos sistemas — em um só lugar. São doze módulos, e um deles é o Kris: a IA que trabalha dentro dos outros onze, aplicando critério onde o trabalho acontece. Você ativa só o que precisa — e cada passo fica registrado.
Um operador manda uma foto e um áudio pelo canal que a fábrica já usa. Em ~1,2 segundo o KORE entende, classifica, abre a ordem de serviço no ERP e avisa o mantenedor — tudo registrado. Abaixo, um exemplo real do trabalho sendo feito.
O operador fotografa o defeito, descreve por áudio, anexa a OF. A mesma IA lê os quatro formatos e estrutura o que importa.
Kris classifica o sintoma e propõe a ação. Você confirma — e aí ele abre a OS no seu ERP e aciona o mecânico do turno. Ação real no sistema, com a sua permissão.
WhatsApp, Teams, Slack, tablet de bancada, terminal. A inteligência é a mesma em todos — o canal é só onde a conversa acontece.
Cada passo registrado: quem pediu, o que a IA fez, quando, com qual permissão. Fica tudo registrado, pronto pra auditoria.
A confirmação respeita o nível de permissão de quem confirma.
Plataforma e registros rodam onde você escolher — no seu servidor ou na nuvem gerenciada pela F7. Ao modelo vai só o trecho da tarefa, cifrado e registrado.
Documento, ficha, inspeção, foto, áudio, conversa — o trabalho que não loga no ERP e hoje se resolve em WhatsApp pessoal e ligação. É ali que o Kris opera, com permissão por perfil e cada ação auditada.
Ele fala, o Kris registra — inspeção, ocorrência, leitura. Na língua dele, sem treinar ninguém em sistema novo: o dado nasce digital em vez de virar papel e ser redigitado depois. E o como-fazer do veterano fica registrado antes de ele se aposentar.
A plataforma aponta o gargalo e o dinheiro parado sem projeto de mineração de processo: ela lê o trabalho que já acontece dentro dela.
Cada ação com autor, hora e versão. A evidência já está pronta quando o auditor chega — não é relatório que a gente gera depois.
Pra agir, o Kris conversa com os sistemas que a fábrica já usa — o ERP, o chão de fábrica, tudo. E faz isso sem tirar nenhuma senha de dentro da sua empresa: o que é seu continua seu.
O que o KORE conecta
A plataforma roda dentro da sua empresa. Documentos, histórico e dados ficam armazenados na sua casa, com permissão por papel e trilha de auditoria de cada acesso — segredo industrial, dado pessoal e continuidade operacional sob o seu controle: se a internet cai, a operação segue.
A F7 cuida de tudo; você só acessa pelo navegador, sem precisar de infraestrutura. Cada cliente tem o seu ambiente, separado — sem misturar com ninguém.
Como se comercializa
Por módulo, por usuário e por dimensionamento da operação. Entra pela dor e cresce conforme a empresa adota — implantação é configuração, não projeto de software.
O Kris é novo — está sendo apresentado agora. A experiência por trás dele não é. Há mais de uma década a mesma casa automatiza a indústria em operações reais, com resultado medido.
“Agora eu consigo acompanhar as tarefas da produção e garantir que tudo está sendo feito como se deve através do meu Tablet ou celular.”
Controle de atividades regulatórias migrou do caderno para tela com filtro · dias de trabalho recuperados na rotina da diretoria.
Martha Lorenzi · Diretora · Quinabra
Ler caso completo“Eram 30 executivos nos dias que passei com eles, logo depois chegaram a 70. Tenho orgulho da implantação realizada na Cervejaria Proibida, o ganho lá foi absurdo.”
Acordos comerciais sem deslocamento físico · R$ 6.450/semana economizados · operação 30 → 70 executivos sem o processo quebrar.
Julio Godoi · ex-Diretor Comercial da F7 · sobre o projeto entregue à Cervejaria Proibida
Ler caso completo“Com certeza foi possível otimizar ao menos 50% do tempo, principalmente pela comunicação centralizada e gestão das atividades conforme a ordenação da fila.”
Um único processo automatizado · R$ 35 mil/ano economizados · histórico, fila e fluxo de aprovação onde antes só havia troca de e-mail.
Renan Almeida · Gerente de TI · Degraus Aluguéis de Equipamentos
Ler caso completoOutros depoimentos da mesma base
"Nosso setor envolve muita documentação, tanto nossa como de nossos clientes. A chegada do Dynamique diminuiu em 87% a movimentação de documentos físicos e facilitou nossos controles internos e auditorias."
"O Dynamique informatizou os processos possibilitando maior rapidez e fluidez. Nossa comunicação com associados e residentes passou a ser muito mais rápida."
Um processo que consome metade do tempo de quem é caro — orçar, inspecionar, documentar — feito à mão, sem rastro, e que só uma ou duas pessoas sabem tocar. Quando elas faltam, o processo para. Quando se aposentam, o conhecimento vai junto.
O KORE assume o trabalho braçal: lê o documento, aplica o critério, entrega o resultado. A pessoa sênior deixa de ser o gargalo — passa a revisar e decidir, em vez de executar à mão. O critério dela, antes preso numa mesa, passa a render na operação inteira.
Você escolhe o processo que mais dói. A gente monta em cima do seu documento, da sua ficha e dos seus sistemas — e você vê funcionando antes de decidir qualquer coisa.