F7 KORE
Perguntas frequentes

Antes da conversa de 30 minutos

Respostas diretas pras dúvidas que aparecem com mais frequência. Pra qualquer dúvida que não está aqui, agende uma conversa ou escreva direto.

O que é o F7 KORE, em uma frase?

É a plataforma que reúne o conhecimento da operação — documentos, fichas, tarefas, processos, dados do ERP — e coloca uma IA, o Kris, pra trabalhar com ele: monta a proposta técnica, identifica o erro no momento que aparece, percebe o que deixou de ser feito. Não é só busca — é execução. Cada ação fica registrada e pronta pra auditoria.

Quais problemas da operação o KORE ataca?

Os cinco que mais pesam na indústria média-grande: baixa produtividade operacional (trabalho braçal preso em gente cara), retrabalho e não conformidades (o erro pego depois que já custou), falta de rastreabilidade (ninguém prova quem fez o quê, quando), sistemas e dados não integrados (ERP, planilha e WhatsApp que não conversam) e risco de não conformidade regulatória (auditoria que vira mutirão). O mecanismo é o mesmo em todos: o Kris faz o trabalho com o conhecimento da casa e deixa cada passo registrado. O resultado aparece nos indicadores que a diretoria mede — custo, qualidade, tempo de ciclo e auditabilidade.

Pra quais setores e áreas da indústria o KORE serve?

Setores: alimentos e bebidas, químico e farmacêutico, máquinas e equipamentos, metalmecânica, agroindústria e fabricação sob encomenda — porte médio-grande, operação em turnos e plantas. Dentro da empresa, o KORE entra primeiro onde o critério é caro: engenharia e orçamento, produção/operações, qualidade, suprimentos/compras e manutenção. O mecanismo é o mesmo em todas — o que muda é o processo que você escolhe atacar primeiro.

Quem está por trás do F7 KORE?

A F7 Tecnologia Ltda. é a empresa, com sede em Jaraguá do Sul/SC. Construído por Fabio Silva — automatiza a indústria desde 2007, mais de 19 anos de prática. A casa por trás do KORE automatiza a indústria há mais de uma década — antes operava sob o nome Dynamique (rebrand pra F7 KORE em 2025), com casos como Degraus, Cervejaria Proibida e Quinabra. O KORE é o salto que essa base deu quando reconstruímos a plataforma pra IA agir dentro da operação.

Como o F7 KORE roda — no meu servidor ou na nuvem?

Ambos, e você escolhe. No seu servidor: a plataforma roda dentro da sua empresa e seus dados ficam armazenados na sua casa. A única coisa que sai é a consulta à IA — vai ao provedor do modelo (Anthropic) no momento do uso, e o conteúdo enviado pela API não é usado para treinar modelos. Na nuvem, gerenciado pela F7: cada cliente tem o seu ambiente, separado dos outros, em região definida em contrato. Os dois modelos são mensalidade recorrente.

Como o KORE conecta com o sistema que eu já tenho?

Por um adapter que roda no Connect Agent, dentro do seu perímetro, falando o protocolo que o seu sistema já expõe — API, banco, arquivo ou fila. Nenhuma senha sai da sua empresa. Nos principais sistemas de gestão do mercado brasileiro o mapeamento dos cadastros comuns já vem pronto; nos demais, ele entra no cronograma de implantação, sem cobrança separada. O mesmo vale para CRM, máquinas e sensores do chão de fábrica e os sistemas de qualidade e manutenção. Ver quais já estão mapeados e o detalhe técnico em /integracoes.

Os dados da minha operação saem da minha empresa?

Se roda no seu servidor, não — a F7 nem acessa, salvo suporte explicitamente contratado e auditado. Na nuvem, os dados ficam num ambiente só seu, em região acordada (default Brasil), com contrato de proteção de dados específico. Em ambos, a F7 não comercializa nem repassa dados.

O sistema funciona quando cai a internet?

Depende do modelo. No seu servidor: a operação segue. Tudo roda dentro da sua empresa; fichas, tarefas, integração com o ERP local e o histórico não param. O que precisa de internet é só a parte de IA do Kris (que consulta um modelo de fora) — quando a rede volta, o que ficou na fila é processado em ordem, sem perda. Na nuvem: a plataforma precisa de internet pra responder; o que o operador registra no terminal local fica em fila e sincroniza no retorno.

Quanto tempo demora a implantação?

POC paga em 6-12 semanas — 1 processo crítico, 1-2 módulos, critério de sucesso definido na conversa inicial. Implantação completa em 3-6 meses pra operação de porte médio com 4-5 módulos ativos e 2-3 integrações com o ERP. Rollout enterprise (plantas múltiplas, módulos completos, SLA dedicado) opera em fases trimestrais com horizonte de 9-18 meses. Em todos os modelos, valor entra em produção parcial a partir da semana 8-12 — não tem big-bang lá no ano que vem.

Como funciona o suporte? Tem SLA?

Suporte direto com o time que constrói o produto — sem camada terceirizada no meio. No seu servidor: F7 acessa o ambiente do cliente apenas sob janela contratada e auditada (cada acesso fica registrado no histórico do próprio KORE). Na nuvem: F7 opera a plataforma; cliente acompanha o SLA via painel interno. SLA padrão B2B: resposta em 4 horas úteis pra incidente normal, 1 hora pra crítico que para operação. Contratos enterprise customizam janela e tempo de resposta. Atualizações são contínuas na nuvem; no seu servidor, ciclos trimestrais coordenados com o cliente.

O KORE ajuda com a escassez de mão de obra e o fim da escala 6x1?

É a dor que o KORE ataca de frente. Menos gente qualificada disponível e menos horas de escala significam uma coisa: produzir mais em menos horas. O KORE tira da sua equipe o trabalho braçal — montar o documento, conferir a ficha, digitar o registro, cobrar o pendente — e devolve esse tempo pra produção e decisão. A mesma equipe rende mais, sem tirar ninguém da folha. O raciocínio completo está no blog.

O Kris substitui pessoas?

Não. O Kris multiplica o critério das pessoas que mais entendem da operação. A pessoa sênior deixa de executar trabalhos braçais à mão (montar proposta, conferir cada ficha) e passa a revisar e decidir. O critério dela, antes preso numa mesa, passa a render na operação inteira. Num cenário de escassez de mão de obra qualificada e escala mais curta, é assim que a mesma equipe produz mais em menos horas — sem tirar ninguém da folha.

O que acontece quando um especialista se aposenta ou sai da empresa?

Hoje, o conhecimento vai junto — o orçamento que só ele sabia montar, o ajuste que só ele sabia fazer. No KORE, o critério fica registrado onde o trabalho acontece: o procedimento vive na conversa real, o Kris aplica esse critério na operação inteira e quem chega aprende no fluxo, com evidência de leitura nos documentos que importam. A saída de uma pessoa deixa de ser a saída do conhecimento. Mais sobre isso no blog.

Como o KORE ajuda na auditoria e na conformidade regulatória?

Cada ação na plataforma — de pessoa ou do Kris — cai numa trilha automática: quem fez, o quê, quando, com qual permissão. Documentos controlados têm versão, aprovação e evidência de leitura (rastreabilidade documental de ponta a ponta), e o módulo Norms mantém o radar das normas que a empresa precisa cumprir — RDC, NR, ISO, LGPD — com a aderência de cada uma. Na prática: a evidência já está pronta quando o auditor chega. A auditoria deixa de virar mutirão.

Quanto custa?

Mensalidade recorrente sob contrato — não é venda perpétua única.

Composição: licença base + número de usuários ativos + módulos ativados (cada módulo tem peso) + modelo de implantação (no seu servidor tem uma taxa de instalação; na nuvem não) + nível de SLA contratado.

A conversa inicial de 30 min é grátis e serve pra fechar esses parâmetros.

Como começo?

Agende uma conversa de 30 minutos. Nela mapeamos qual processo da sua operação está travado em uma cabeça e definimos o escopo de uma POC paga com critério de sucesso claro, 6-12 semanas. Se a POC entrega o que prometeu, vira contrato; se não, você tem o aprendizado e a F7 tem feedback do que ajustar — sem ressentimento de nenhum lado.

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