F7 KORE
Perguntas frequentes

Antes da conversa de 30 minutos

Respostas diretas pras dúvidas que aparecem com mais frequência. Pra qualquer dúvida que não está aqui, agende uma conversa ou escreva direto.

O que é o F7 KORE, em uma frase?

É uma plataforma onde uma IA — o Kris — faz o trabalho da operação industrial em todo posto, ao mesmo tempo: monta a proposta técnica, identifica o erro no momento que aparece, percebe o que deixou de ser feito. Cada ação fica registrada e pronta pra auditoria.

Quem está por trás do F7 KORE?

A F7 Tecnologia Ltda. é a empresa, com sede em Jaraguá do Sul/SC. Construído por Fabio Silva — automatiza a indústria desde 2007, mais de 19 anos de prática. A casa por trás do KORE automatiza a indústria há mais de uma década — antes operava sob o nome Dynamique (rebrand pra F7 KORE em 2025), com casos como Degraus, Cervejaria Proibida e Quinabra. O KORE é o salto que essa base deu quando reconstruímos a plataforma pra IA agir dentro da operação.

Como o F7 KORE roda — no meu servidor ou na nuvem?

Ambos, e você escolhe. No seu servidor: tudo roda dentro da sua empresa — o dado nunca sai de casa. Na nuvem, gerenciado pela F7: cada cliente tem o seu ambiente, separado dos outros, em região definida em contrato. Os dois modelos são mensalidade recorrente.

Quais ERPs e sistemas vocês integram hoje?

Conexão pronta com os principais ERPs do mercado brasileiro — TOTVS Protheus, SAP Business One, Sankhya e Senior — além de TOTVS RM, Omie, Bling e Conta Azul. Também conectamos CRMs (Salesforce, HubSpot, Pipefy, RD Station, Ploomes, Pipedrive, Agendor), máquinas e sensores do chão de fábrica, e os sistemas de qualidade e manutenção. Ver a lista completa e os detalhes técnicos em /integracoes.

Os dados da minha operação saem da minha empresa?

Se roda no seu servidor, não — a F7 nem acessa, salvo suporte explicitamente contratado e auditado. Na nuvem, os dados ficam num ambiente só seu, em região acordada (default Brasil), com contrato de proteção de dados específico. Em ambos, a F7 não comercializa nem repassa dados.

O sistema funciona quando cai a internet?

Depende do modelo. No seu servidor: a operação segue. Tudo roda dentro da sua empresa; fichas, tarefas, integração com o ERP local e o histórico não param. O que precisa de internet é só a parte de IA do Kris (que consulta um modelo de fora) — quando a rede volta, o que ficou na fila é processado em ordem, sem perda. Na nuvem: a plataforma precisa de internet pra responder; o que o operador registra no terminal local fica em fila e sincroniza no retorno.

Quanto tempo demora a implantação?

POC paga em 6-12 semanas — 1 processo crítico, 1-2 módulos, critério de sucesso definido na conversa inicial. Implantação completa em 3-6 meses pra operação de porte médio com 4-5 módulos ativos e 2-3 integrações com o ERP. Rollout enterprise (plantas múltiplas, módulos completos, SLA dedicado) opera em fases trimestrais com horizonte de 9-18 meses. Em todos os modelos, valor entra em produção parcial a partir da semana 8-12 — não tem big-bang lá no ano que vem.

Como funciona o suporte? Tem SLA?

Suporte direto com o time que constrói o produto — sem camada terceirizada no meio. No seu servidor: F7 acessa o ambiente do cliente apenas sob janela contratada e auditada (cada acesso fica registrado no histórico do próprio KORE). Na nuvem: F7 opera a plataforma; cliente acompanha o SLA via painel interno. SLA padrão B2B: resposta em 4 horas úteis pra incidente normal, 1 hora pra crítico que para operação. Contratos enterprise customizam janela e tempo de resposta. Atualizações são contínuas na nuvem; no seu servidor, ciclos trimestrais coordenados com o cliente.

O Kris substitui pessoas?

Não. O Kris multiplica o critério das pessoas que mais entendem da operação. A pessoa sênior deixa de executar trabalhos braçais à mão (montar proposta, conferir cada ficha) e passa a revisar e decidir. O critério dela, antes preso numa mesa, passa a render na operação inteira.

Quanto custa?

Mensalidade recorrente sob contrato — não é venda perpétua única.

Composição: licença base + número de usuários ativos + módulos ativados (cada módulo tem peso) + modelo de implantação (no seu servidor tem uma taxa de instalação; na nuvem não) + nível de SLA contratado.

A conversa inicial de 30 min é grátis e serve pra fechar esses parâmetros.

Como começo?

Agende uma conversa de 30 minutos. Nela mapeamos qual processo da sua operação está travado em uma cabeça e definimos o escopo de uma POC paga com critério de sucesso claro, 6-12 semanas. Se a POC entrega o que prometeu, vira contrato; se não, você tem o aprendizado e a F7 tem feedback do que ajustar — sem ressentimento de nenhum lado.

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