Conecta com tudo que sua fábrica já roda — sem trocar nada que funciona
O F7 KORE não substitui ERP, CRM, MES. Conecta com o que a indústria brasileira já tem rodando, e mantém as credenciais inteiramente dentro do perímetro do cliente.
A premissa: não substituir, conectar
A indústria brasileira média-grande já investiu pesado em ERP — Protheus, SAP Business One, Sankhya, Senior. Tem MES/WMS/CMMS rodando há anos no chão. Tem CRM em algumas áreas. O cenário comum é cliente já pagou caro pra implantar tudo isso, e cada sistema funciona bem no que faz.
A dor não é falta de sistema. É que os sistemas não conversam entre si. O mesmo cliente existe em dois cadastros diferentes. A ordem de produção sai do PCP mas o ERP demora 2 horas pra registrar. O laudo de inspeção do QMS não chega na proposta técnica. E quando vai pedir IA aplicada, ela esbarra nessa fragmentação — não tem por onde ler a operação completa.
A premissa do KORE é simples: seu ERP fica, seu CRM fica, seu MES fica. O KORE entra como camada que conecta tudo, consolida o que vive em vários lugares, e habilita a IA a aplicar critério com a visão completa.
O desenho arquitetural
Em uma figura: KORE conversa por cima do perímetro do cliente; o Connect Agent fica dentro do datacenter do cliente; as credenciais dos sistemas (ERP, CRM, MES, chão de fábrica) nunca cruzam pra fora.
Connect Agent — o que é
O Connect Agent é um serviço IRIS Interoperability que roda dentro do perímetro do cliente. Funciona como a ponte entre o KORE e os sistemas internos:
- Credenciais ficam no datacenter. Usuário e senha do ERP, certificado de acesso ao MES, chave de API de cada sistema — tudo carregado no Connect Agent, dentro da rede do cliente. F7 não acessa. Segredo industrial fica.
- Adapters tipados, não SQL direto. Cada integração é modelada como um adapter com schema definido, validação de input e log de cada chamada. Não é DB-link genérico — é fluxo de dado controlado.
- Multi-protocolo no mesmo agente. REST, SOAP, RFC, DB direto, OPC-UA, MQTT, Modbus, file-drop — tudo orquestrado pela mesma engine de interoperabilidade. Sem stack de iPaaS adicional por protocolo.
- Audit de cada chamada. Quem fez, quando, com qual input, com qual resposta. Sob LGPD: rastreabilidade nativa de acesso a dado pessoal.
Quando o modelo é SaaS gerenciado pela F7, o Connect Agent ainda existe (instalado no perímetro do cliente) — só que a parte "aplicacional" do KORE roda em instância dedicada nossa. Soberania de dado se mantém em ambos os modelos.
ERPs cobertos hoje
Adapters nativos com mapeamento pré-pronto pros cadastros mais comuns (cliente, fornecedor, produto, NF, lote, ordem). Agrupados por porte pra leitor escanear rápido:
Procurando o seu? Protheus · SAP B1 · Senior · Sankhya · RM · Omie · Bling · Conta Azul · outro
Enterprise
TOTVS Protheus
ADVPL · REST · DB direto
Adapter nativo via IRIS Interoperability. RFC, REST endpoints, query direta no DB Protheus controlada pela mesma security policy. Mapeamentos pré-prontos pra clientes, fornecedores, produtos, NF, lotes, ordem de serviço.
SAP Business One
Service Layer · DI API
Service Layer REST + DI API binária pra cenários de performance. Connect Agent on-prem mantém credenciais SAP no perímetro. Mapeamentos canônicos pra Business Partner, Item Master, Sales Order, Invoice.
Senior
SOAP G5 · REST G7
Suporte ao G5 legado via SOAP e ao G7 moderno via REST. Adaptador único, switch por cliente. Cobre cadastro de pessoas (G5: NOMRAZ, NUMCGC, DESEMA, DESFON), produtos, lançamentos.
Mid-market
Sankhya
REST · JSP · SQL
Integração via endpoints oficiais Sankhya + acesso direto pra cenários de bulk. Idiomas brasileiros de NF, estoque e financeiro cobertos. Mapeamentos pra parceiro, produto, nota e título.
TOTVS RM
REST · DB direto
Adapter pra cenários onde RM é o ERP principal (educação, serviços, indústria média). Cobre colaborador, departamento, ponto e folha.
SMB
Omie
REST
Adapter pro Omie (SMB) — cliente, fornecedor, produto, conta a receber/pagar. Pra cliente que cresceu além do Omie sem trocar ainda.
Bling
REST
Adapter pro Bling — produto, NFe, ordem de venda. Cliente comercial de porte SMB com necessidade de IA operacional.
Conta Azul
REST
Adapter financeiro pra cliente sem ERP de gestão completo — categoria, lançamento, conciliação. Cobre operação financeira leve.
Outro ERP? Cliente novo com ERP fora dessa lista entra como caso de implantação assistida — modelagem do adapter no Connect Agent fica dentro do cronograma de implantação, sem cobrança separada de iPaaS.
CRMs e ferramentas comerciais
Quando a operação industrial conecta com a operação comercial — vendas, relacionamento, pipeline. Salesforce/HubSpot/Pipefy têm adapter pronto; os principais CRMs brasileiros entram como adapter sob demanda dentro da implantação (não é projeto à parte).
Adapter pronto
Salesforce
Adapter REST oficial pra Account, Contact, Opportunity, Case. Mapeamento canônico com Cliente/Prospect do KORE.
HubSpot
Adapter pra Contact, Company, Deal, Ticket. Sincroniza com Cliente/Prospect/Oportunidade do KORE.
Pipefy
Adapter pros cards e fases do Pipefy. Mapeia card pra Tarefa, Cliente, Oportunidade conforme a pipe.
Adapter sob demanda
RD Station
Adapter sob demanda pra Lead, Conta, Funil, Negociação.
Ploomes
Adapter sob demanda pra Cliente, Negócio, Tarefa.
Pipedrive
Adapter sob demanda pra Person, Organization, Deal, Activity.
Agendor
Adapter sob demanda pra Cliente, Negócio, Funil, Atividade.
Outros CRMs
Zoho, Bitrix24, Moskit — modelados como adapter ad-hoc dentro do cronograma de implantação.
Protocolos de chão de fábrica
Quando o KORE precisa alcançar o chão diretamente — sensor, CLP, PLC, linha de produção:
- OPC-UA — padrão industrial pra leitura/escrita em CLPs modernos. Cobre a maioria dos novos sistemas de automação.
- MQTT — protocolo IoT pra dispositivos pub/sub. Cobre sensoreamento distribuído.
- Modbus — protocolo legado mas onipresente em controle industrial. Cobre máquinas com 15-20 anos de chão.
- File-drop estruturado — pra sistemas que só exportam CSV/TXT pra pasta compartilhada. KORE detecta, valida, ingere.
Sistemas legados administrativos
- AS/400 / IBM i — mainframe administrativo brasileiro ainda comum em indústria de porte médio-grande. Adapter via DB2 nativo ou Web services expostos pela aplicação RPG.
- GED legado — repositórios documentais antigos via adapters protocolo-aware (FileNet, Documentum, M-Files).
- MES/WMS/CMMS sob medida — quando o cliente tem um sistema próprio ou de fornecedor brasileiro pequeno, o Connect Agent modela como adapter ad-hoc.
Assinatura digital e mensageria
- Assinatura digital — DocuSign, Clicksign, ZapSign, Autentique. Adapter pra envio + recebimento + audit de cada assinatura conforme ICP-Brasil.
- Mensageria — WhatsApp Business Cloud, Microsoft Teams, Slack, Telegram, Email. O canal pelo qual o Kris fala com operador, técnico, cliente final.
E quando o sistema legado não tem API que funcione?
Vale dizer com honestidade: em algumas fábricas brasileiras existe um sistema legado, às vezes do próprio cliente, onde a API "oficial" simplesmente não cobre o que precisa. Tela funciona, integração não. Esse cenário não é exceção — é frequente.
Pra esses casos, o KORE oferece dois caminhos:
- Importação assistida do schema. O cliente sobe CSV, JSON ou documento descrevendo a estrutura do sistema legado, e o KORE — com Kris aplicando o critério da nossa equipe de integração — propõe o mapeamento pros cadastros canônicos. A pessoa de TI revisa, ajusta, aprova. Reduz dias de trabalho de mapeamento manual; o tamanho da redução varia por sistema e qualidade da fonte, mas o ganho aparece desde o primeiro adapter.
- Connect Agent com adapter ad-hoc. Pra integração que exige ler/escrever no sistema legado direto (DB, file, RPA), a F7 modela o adapter dentro do Connect Agent, dentro do perímetro do cliente — sem precisar abrir o sistema legado pra fora.
O mesmo cliente, em vários lugares, vira um cadastro só
Caso real comum: o cliente XYZ tem cadastro no ERP, no CRM e numa planilha de pós-venda. Cada lugar com um nome um pouco diferente, um CNPJ que às vezes está com pontuação às vezes não, um e-mail que mudou semestre passado. Quando o vendedor liga, não sabe se ele já é cliente ativo. Quando o cobrador liga, não sabe se a NF foi emitida. Quando o suporte responde, não sabe que comprou outro produto há 6 meses.
O KORE consolida isso. Para cada cadastro relevante (cliente, fornecedor, produto, equipamento, lote, etc), há um modelo canônico do KORE — campos comuns padronizados — e o sistema reconcilia o que vem de cada origem num único registro consolidado. Quando os sistemas discordam, há regra clara de quem ganha por campo (CNPJ vem do ERP fiscal, e-mail vem do CRM, etc).
O resultado: o Kris responde com confiança quando você pergunta "o cliente XYZ está em dia?" — porque enxerga o consolidado, não cada sistema em separado. E o painel da diretoria mostra um número só, não três que não batem.
Soberania do dado, em uma linha
No modelo on-prem, o KORE inteiro roda no datacenter do cliente; F7 não acessa salvo suporte explicitamente contratado. No modelo SaaS, a aplicação roda em instância dedicada da F7 em região contratada (default Brasil), mas o Connect Agent continua no perímetro do cliente — credenciais de ERP/MES/CRM nunca saem. Cada acesso a dado externo é registrado em audit imutável, pronto pra DPO/LGPD/ISO 27001.
O que isso muda na operação
- Sem projeto de iPaaS adicional. Cliente não precisa comprar MuleSoft/Boomi/Workato à parte. Connect Agent + adapters vêm dentro do KORE.
- Sem ETL pra data warehouse. A consolidação acontece em tempo real, na mesma plataforma onde o Kris age.
- Sem "esperar 3 meses pra TI integrar". Quando o vendor já tem adapter pronto, o tempo entre comprar e ter integração ativa é dias, não meses.
- Sem reescrita do que funciona. ERP atual continua sendo o sistema-fonte da realidade fiscal/contábil. KORE conversa com ele — não compete.