Cervejaria Proibida
A equipe comercial escalou de 30 para 70 executivos sem o processo quebrar — e o custo de deslocamento caiu R$ 6.450 por semana.
30 → 70
executivos comerciais, sem o processo de fechamento de acordo quebrar
R$ 6.450 / semana economizados em deslocamento físico
Contexto
A Cervejaria Proibida opera distribuição B2B no Sul do Brasil — pontos de venda, bares, restaurantes, eventos. O modelo comercial historicamente exigia visita presencial do executivo a cada cliente novo, com a negociação de acordo comercial (volume, prazo, condição) feita olho-no-olho. O critério do diretor — o que aceita, o que rejeita, em que faixa o preço pode chegar — vivia na cabeça dele e descia caso a caso, validando ou recalibrando o que o executivo propunha em campo.
Era um modelo funcional pra 30 executivos. Quando a expansão exigiu dobrar pra 70, o gargalo apareceu: o diretor não tinha tempo de validar 70 acordos por dia, e a visita presencial obrigatória virou impedimento — custo de deslocamento explodiu, tempo perdido em trânsito virou inelegível, e o crescimento estagnou.
A dor
Três problemas se acumulando:
- Custo de deslocamento — visita presencial por acordo, em rota distribuída pelo Sul. Equipe gastava em média R$ 92/dia em combustível e pedágio por executivo. Conta semanal somava sete mil reais só em campo.
- Tempo do diretor — validação caso a caso por telefone/WhatsApp, reconstituindo contexto (“qual cliente é esse mesmo?”, “qual histórico com a gente?”). Cada validação consumia 12-18 minutos.
- Critério inconsistente entre executivos — sem ferramenta que mostrasse o teto/piso aceitável de cada cliente, executivos novos negociavam conservador demais (perdiam negócio) ou generoso demais (margem ruim).
A solução
Construímos um sistema de pré-acordo digital com critério codificado:
- Cadastro de cliente unificado — histórico de volume, ticket médio, inadimplência, evento sazonal, importância estratégica. Visível pro executivo antes da conversa.
- Faixa de negociação parametrizada — cada cliente recebia teto/piso calculado a partir de regras (porte, histórico, sazonalidade). Executivo via na hora se a proposta cabia ou exigia escalonamento.
- Fluxo de aprovação assíncrono — fora da faixa, dispara aprovação ao diretor com contexto pré-montado (cliente, histórico, motivo da exceção). Diretor decide em 2 minutos, não 15.
- Acordo formalizado remotamente — quando dentro da faixa, fecha sem envolver o diretor; quando aprovado por exceção, idem. Assinatura digital.
Implantação ~4 semanas, com onboarding sequencial de cada região.
O resultado
Medido após 6 meses de operação no modelo novo:
- R$ 6.450 / semana economizados em deslocamento (visita presencial reduzida em ~70% — só ficou pra cliente novo e renovação de grande conta).
- Equipe escalou de 30 → 70 executivos sem aumento proporcional na carga do diretor — o tempo dele em validação caiu de 4-5h/dia pra ~45 min/dia.
- Margem média estabilizada — executivos novos passaram a fechar dentro da faixa-alvo, sem a oscilação do “negociar por instinto”.
Mesma cabeça, motor novo
Este resultado foi entregue pelo Dynamique — a mesma casa que hoje constrói o F7 KORE. O motor da Cervejaria Proibida era regra de negócio codificada em workflow estruturado.
A Cervejaria Proibida de hoje rodaria sobre o F7 KORE com uma diferença adicional: o Kris conversaria com o cliente direto pelo canal que ele usa (WhatsApp, em 90% dos casos), traria a proposta dentro da faixa calculada, antecipar objeção sazonal, e só envolveria o executivo humano quando a conversa exigir critério novo. A escala 30 → 70 viraria escala sem-teto-numérico, porque o trabalho braçal de cada acordo já não roda em cabeça humana.
Era · Dynamique (pré-KORE)
Este resultado foi entregue pela casa que hoje constrói o F7 KORE. O Kris é o especialista sênior que essa base ganhou quando reconstruímos o motor do zero — sobre IRIS Data Platform — pra aguentar IA generativa atuando dentro da operação.
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